Essa coluna é novidade! O Sandro Regis vai colaborar em uma área ainda não explorada a fundo aqui no Portal Tecnologia. Ele vai escrever periodicamente sobre Arquitetura de Sistemas, Desenvolvimento, Java, PHP, e o que tiver vontade.
Vou passar aqui o profile dele:

Desenvolvedor Java e PHP, com experiência de 1 ano como designer e 6 anos de programação. Estudando Analise e Desenvolvimento pela Uninove, trabalha hoje como desenvolvedor Java na Att/Ps.
Estudioso de redes e sistemas operacionais focando o aperfeiçoamento e desenvolvimento de novas teses sobre arquitetura de sistemas computacionais.
Segue seu artigo introdutório:
Arquitetura de sistemas é um tema que venho me interessando cada vez mais, as tecnologias envolvidas, os procedimentos técnicos e comerciais se revelam como a chave de todo o procedimento arquitetural.
Arriscaria até dizer, que, de tão complexo belo se torna todo o processo. Alguns colegas de profissão se especializam em uma determinada linguagem para defenderem seu espaço técnico e comercial, atitude esta que definitivamente apoio, porém defendo um conceito diferente do pregoado, digo isto, face à experiências diversas, onde entendo de maneira mais ampla que um engenheiro civil, não deve se ater à um determinado fabricante de ferros de aço, cimento ou tijolo. Lógicamente ele tem suas experiências e consegue naturalmente mostrar ao cliente sua predileção à uma determinada marca. Mas aí reside à questão, o cliente pode não estar financeiramente disposto, ou simplesmente não ter recursos para investir em uma determinada marca de fabricação de ferros de aço, logo o que nos é cabível, é o bom senso de simplesmente, projetar… seja qual for a linguagem, é preciso enxergarmos as limitações do cliente para não oferecermos ouro por pura paixão, quando ele pretende e ambiciona apenas prata, e olhe lá, muitas vezes apenas bijuteria, ou seja, algo funcional.
Independente da linguagem que gostamos e defendemos, a principal missão do arquiteto é enxergar as reais necessidades do cliente, o objetivo principal da aplicação e fazê-lo acontecer… simplesmente e puramente funcionar dentro de padrões tecnologicamente corretos, eficientes e não obstante correto e honesto ao investidor, no caso, o cliente final, observando que o cliente final nunca é o contratante do serviço.
O arquiteto de sistemas deve ser objetivo ao definir a arquitetura, independentemente das linguagens e frameworks disponíveis no mundo tecnológico e não menos distante disto a capacitação de sua equipe de desenvolvimento. Bem como um projetista estrutural de uma edificação, menciona apenas a bitola necessária à sustentação de uma edificação, assim devemos ser nós e todos os que pretendem trilhar este caminho.
MVC aos que já se empregaram ao entendimento da proposta da arquitetura é cabível não somente e exclusivamente as linguagens OO, mas por incrível que parece com um pouco de carinho e talento podemos aplicá-la facilmente as linguagens estruturais. Não acredita nisto? Faça prova do conceito, lógicamente não sera o mesmo prazer de trabalhar OO mas o cliente final, relacionado aos que conhecem e já sofreram um pouco com uma mão de obra não satisfatória irão lhe dizer com todas as letras como pessoalmente já pude ouvir “Como pode uma imagem do portal X, Y e Z ser tão pesada pra carregar e o meu site e ou sistema não demora tanto, com imagens maiores e de maior resolução?”
Por fim o que pretendo compartilhar com os leitores é a questão de sermos arquitetos desalienados de linguagens e frameworks para podermos realmente ser arquitetos imparciais e eficientes ao tomarmos a decisão do que a nossa empresa deve ou não empregar e ou vender tecnológicamente, sem perder o principal objetivo que é o lucro.
A próxima matéria será fruto do que discutirmos e amadurecermos, até podermos chegar ao ponto de começarmos a desenvolver um sistema hibrido efetivamente.
Aqui, quem vos teclou foi Sandro Regis, aguardo vocês!
Best regards.
Tags: Desenvolvimento, Java, PHP
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