How to: Enable Log Shipping (SQL Server Management Studio)
May 27th, 2010 by Tiago SouzaÓtima documentação sobre Log Shipping no SQL 2008:
http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ms190640.aspx
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Tiago Souza
Ótima documentação sobre Log Shipping no SQL 2008:
http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ms190640.aspx
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Tiago Souza
FONTE: http://blogadmderedes.spaces.live.com/blog/cns!67EC228078ACBAD5!715.entry
Uma conversa sobre certificações que tive com o colega Vinicius Apolinario virou POST, e é um tema bem interessante, deem uma olhada abaixo e visitem a fonte citada acima.
“Olá Pessoal,
Estava hoje conversando com o colega Tiago Souza, do Portal Tecnologia, sobre exames Microsoft e entramos no assunto de provas complicadas e provas que não passamos. Bom, isso que vou colocar aqui pode, de certa forma, causar uma má impressão profissional, afinal, pretendo listar justamente as provas que não passei.
Porém, parei para pensar sobre isso, e que quero aqui é mostrar que mesmo quando você não consegue seu objetivo, como não passar em uma prova, não quer dizer que você tem que desistir. Muito pelo contrário. Não passar em uma prova é o maior incentivo que você tem para ir lá e mostrar que você realmente tem capacidade para passar. Então, se você fez uma prova e não passou, levante a cabeça, estude, estude mais um pouco e vá lá tentar mais uma vez!
Abaixo, a lista de provas que não passei:
- 70-210: Essa prova eu fiz em 2002 quando os testes eram feitos pela VUE, ainda. Na época, eu não tinha o conhecimento suficiente para fazer nenhuma prova, mas a empresa que eu trabalhava pagou a prova, então eu resolvi tentar. Também na época, eu não tinha dinheiro para refazer a prova. Hoje essa prova não está mais disponível e é a única que eu não consegui refazer.
- 70-293: Todo mundo acha a prova 70-291 complicada. Realmente, é bem complicada. Mas, da carreira MCSA e MCSE, eu achei a 70-293 mais complicada que a 291. Nesta prova, caem muitas questões sobre planejamento de infraestrutura e segurança. Essa eu refiz e passei.
- 70-431: Bom, acho que não preciso explicar muito por que não passei de primeira nessa prova. Eu não sou DBA. Precisei estudar muito, mas muito mesmo para passar nesta prova. Lí MOCs, Blogs, Livros, Artigos e muitas outras coisas para conseguir passar. Mas por fim, passei. Ufa…
- 70-238: Esta é a última prova da carreira do Exchange 2007 e é muito conceitual. Também precisei de uma segunda tentativa e muito estudo para passar nesta prova.
- 70-662: Esta prova foi uma revelação para mim. Ela é a primeira prova do Exchange 2010 e resolvi fazer a prova sem estudar nada. Na verdade, eu fiz um treinamento de Exchange 2010, o Exchange 2010 Ignite, que é um treinamento básico do Exchange 2010. Além disso, eu ajudei a traduzir alguns slides do Technet e tenho lido e trabalhado bastante com a ferramenta. Então, resolvi testar meus conhecimentos, já que tinha a promoção da segunda chance. Para minha surpresa, tirei 694 pontos, o que considero ótimo para quem não se preparou. Afinal, estamos falando do Exchange… Na segunda tentativa, passei com 860 pontos.
Agora, as provas que passei: (vou tirar o 70-) 290, 291, 620, 351, 293, 294, 298, 431, 299, 649, 647, 557, 236, 237, 638, 238 e 662. Em julho, pretendo fazer a 70-663.
No total, fiz 22 provas e passei em 17. E a mensagem que queria deixar aqui é: Nunca desista de um objetivo. Não é por que você falhou na primeira tentativa, que você não pode conseguir. Você pode. Se você se esforçar e se dedicar, você vai conseguir.
Até mais!”
ShareEstava precisando criar uma replicação entre servidores SQL 2008. Como não trabalho no dia a dia direto com banco de dados dei uma pesquisada no site MSDN e econtrei uma ótima documentação que resolvi compartilhar com vocês.
Vale muito a pena, é bem interessante:
http://msdn.microsoft.com/pt-br/sqlserver/cc511480.aspx
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Tiago Souza
FONTE: http://blogs.technet.com/b/robsonsilva/archive/2010/04/26/cluster-hyper-v-vis-o-geral-e-faq.aspx
Cluster Hyper-V, Visão Geral e FAQ
25 Apr 2010 5:59 PM
Em uma discussão interna do time, decidimos que estava na hora de falar um pouco sobre clusters rodando em Hyper-V e nada como uma rápida visão geral e uma boa FAQ para ajudar a comunidade certo ?
Visão Geral: Virtualização é uma realidade hoje no mundo todo, os benefícios são fáceis de identificar: Menos espaço necessário no Data Center para rodar as aplicações que temos hoje, menos consumo de energia, menos hardware e mais agilidade no processo de implementar novos serviços. O que precisamos saber do lado de TI é como decidir qual nível de continuidade precisamos, visto que toda essa consolidação aumenta o risco de uma falha em um único servidor impactar vários serviços da empresa. Com isso cresce muito a importância de um planejamento cuidadoso da arquitetura e para começar é muito importante saber quais opções temos:
Hyper-V: Cluster convencional:
Alocação de uma LUN para cada maquina virtual.
FAQ: Posso ter várias máquinas rodando em uma única LUN ?
R: Pode, o problema aqui é que não será possível mover uma máquina virtual individualmente.
Hyper-V R2: Cluster convencional + Cluster CSV:
A novidade no R2 é a utilização do Shared Volumes, que possibilita que todos os nós do cluster consigam ler e gravar na mesma unidade do storage. A vantagem aqui é a facilidade de configurar e manter a máquina já que o namespace é sempre o mesmo, e também existe a diminuição do custo administrativo de manter várias LUNs.
FAQ: Algum cuidado especial para montar o CSV ?
R: A letra da unidade do sistema operacional deve ser a mesma em todos os servidores pertencentes ao cluster. Se for C:\ em um servidor, todos tem que usar C:\. Aqui é bem importante atenção para quem quer montar um ambiente de laboratório em seu computador pessoal e utiliza dual boot, pois a quantidade de devices que o Windows identifica pode alterar a letra da unidade de sistema.
Quick migration x Live Migration:
No Hyper-V convencional a única opção disponível para migrar as máquinas virtuais de um nó para outro é utilizar o quick migration, onde a memória do servidor é salva no HD e após isso a máquina é migrada para o outro nó e iniciada. Com isso há uma perda temporária de funcionalidade.
Já no Hyper-V R2, temos o Live Migration, onde não existe mais indisponibilidade.
O caviar aqui é: Se o SLA da sua empresa não permite indisponibilidade, faça o upgrade da sua infra-estrutura para o R2.
Para fazer essa atualização, siga as recomendações da Microsoft publicadas aqui: http://support.microsoft.com/kb/957256
Clusters de Máquinas Virtuais:
No Hyper-v para o uso de cluster em máquinas virtuais existem diversas opções onde destacam-se: ISCSI, Windows Storage Server e ISCSI Target de terceiros.
Virtualização de DCs e DNS:
O post é sobre cluster, mas virtualizar DCs e DNS merece tanto cuidado que resolvi colocar no meio do post um alerta importante. Com o Live Migration e a possibilidade de utilizar clusters geográficos, não é tão incomum ver clientes com projetos de virtualização de 100% do ambiente e clientes que já tiveram problemas com clusters que após uma parada programada (parada de energia programada – por exemplo) tiveram sérios problemas para fazer o ambiente voltar a funcionar, pois haviam colocado todos os DCs e DNS dentro da farm de cluster que foi desligada.
DCs e DNS disponíveis são pré-requisitos para que o cluster seja iniciado, então é muito importante que ao menos 1 servidor físico seja mantido com esses serviços.
Cluster Geográfico:
É possível manter clusters geográficos de hyper-v mas, é importante lembrar de alguns pontos importantes:
1: Projete bem o modelo e tamanho da farm, pois se a idéia aqui é disaster recovery, sua empresa pode não estar disposta a manter o mesmo número de servidores físicos inativos, então identificar e criar farms separadas que podem ser migradas para o site de disaster recovery vai ser de grande valia no futuro.
2: Combine o seu desenho com o desenho do fabricante de storage, a importância do desenho da infra de storage é muito grande em cenários de clusters geográficos.
3: Atente para o fato de que o site de disaster recovery deve ter acesso a mesma subnet das máquinas virtuais, pois em caso negativo você terá um monte de máquinas inacessíveis do outro lado.
Links de grande valia quando o assunto é cluster em Hyper-V:
Descrição do que a serem considerados quando você implantar o Windows Server 2008 failover nós de cluster em sub-redes diferentes e roteadas
Usando a migração ao vivo com Volumes Compartilhados do Cluster no Windows Server 2008 R2
Abraços,
Robson Silva
http://blogs.technet.com/robsonsilva
Windows 7 Product Guide – now available for downloading
The Windows 7 Product Guide provides a detailed look at the many new and improved features in Windows 7. The guide is designed as an accurate source of information that can help you to understand how Windows 7 Simplifies Everyday Tasks, Works the Way You Want, and Makes New Things Possible.
The guide is also designed to provide IT Professionals with information about how to Make People Productive Anywhere, Manage Risk Through Enhanced Security and Control, and Reduce Costs by Streamlining PC Management.
This is not a help and how to guide. Rather, it provides an overview of the many exciting features in Windows 7 and pointers to more information.
The Windows 7 Product Guide is available in both XPS and PDF formats.
This is the definitive guide on the features. Please think twice before you print it. This will make for an excellent reference to keep online.
Published Thursday, May 20, 2010 12:32 AM by Keith Combs
Filed under: Windows 7
Windows Server 2008 R2 Netsh Technical Ref – now available for download
Network shell (netsh) is a command-line utility that allows you to configure settings and display the status of various network communications server roles and components after they are installed on computers running Windows Server® 2008 R2, and Windows Server® 2008.
You can run Netsh commands manually by typing commands at the netsh command prompt, as well as running the commands in batch files and scripts. Additionally, you can use netsh commands to configure settings and display the status of network components on the local computer and on remote computers. In most cases, netsh commands provide the same functionality that is available when using the Microsoft Management Console (MMC) snap-in for each server role or component.
There are, however, netsh commands for some network functionality, such as for IPv6, network bridge, and remote procedure call (RPC), that are not available in the user interface as an MMC snap-in. Some client technologies, such as Network Access Protection (NAP) client, Wirelesss Hosted Network also provide netsh commands that allow you to configure client computers running Windows 7 or Windows Vista.
Got get it @ http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?displaylang=en&FamilyID=e2e7d0fc-5774-47fb-a31a-f10ba9e37660.
SharePessoal, para quem gosta de fazer prova BETA fica a dica.
http://blogs.technet.com/betaexams/archive/2010/05/19/register-for-sharepoint-2010-beta-exams.aspx
Exame de Sharepoint 2010 na faixa!
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Tiago Souza
Pessoal, o grande evento TechEd já tem data confirmada, nos dias: 13, 14 e 15 de Setembro de 2010.
Fiquem ligados no site: http://www.teched.com.br/, http://twitter.com/techedbrasil e aqui no Portal Tecnologia.
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Tiago Souza
Pessoal, o Vinicius do Blog Adm de Rede, escreveu um post bem legal para administrar DNS, DHCP e AD no Server Core. Vou replicar aqui o link. Acessem e já conheçam o Blog dele que está muito bom.
http://blogadmderedes.spaces.live.com/Blog/cns!67EC228078ACBAD5!689.entry?wa=wsignin1.0
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Tiago Souza
FONTE: http://dwachholz.spaces.live.com/Blog/cns!FA76CEF22ECE9B7!493.entry
Achei interessante replicar a notícia do blog do meu colega Diego. Visitem para conhecer.
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Tiago Souza
Introdução
O Psloggedon é um utilitário da sysinternals que mostra o usuário logado em uma estação de trabalho do domínio active directory.
Conteudo
Vamos mostrar uma prática comum no dia a dia. Precisamos verificar se um endereço de IP está sendo usado no momento, para isso executamos o PING no endereço. Exemplo, vamos pingar o endereço IP 192.168.112.170.

Já que respondeu vamos descobrir agora qual o nome DNS desse computador no domínio executando nslookup.
Agora vamos mais a fundo, quem será que está logado nessa estação de trabalho? Para isso vamos utilizar o PSLOGGEDON.
Você vai ter que executar o download da ferramenta, que é bem leve (1.60MB), para isso visite: http://technet.microsoft.com/en-us/sysinternals/bb897545.aspx.
Depois é só executa-la uma vez e acessar o cmd para trabalhar com o comando. Estou usando o powershell por costume, mas pode ser o prompt de comando, que alguns chamam de DOS.
Baseado no número do computador que queremos descobrir o usuário logado digitamos:
Psloggedon nome_computador -l -x
Vejamos o help do aplicativo para entender melhor.
O que fizemos foi buscar quem está logado localmente sem mostrar a opção logon times (que pode trazer informações desnecessárias).
Esse é o método mais prático, mas se você precisa buscar pelo nome de usuário também é possivel digitando:
Psloggedon nome_usuario -l -x
Note que você tem que ter permissão nas máquinas do domínio para executar essa operação, algumas ele pode não abrir, mas veja que ele conseguiu descobrir a máquina “TIAGO”.
Se você não usar a opção “–l” ele busca logins remotos também.
Conclusão
Essa é uma ferramenta muito útil que ajuda o administrador de sistemas a encontrar em que computador os usuários do domínio estão logados.
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Tiago
Introdução
A primeira coisa que é interessante você saber quando está envolvido no processo de migração e upgrade de Exchange é essa ótima ferramenta online chamada Exchange Deployment Assistant. Ele ajuda em todo o processo de planejamento da migração e upgrade.
Conteúdo
Para acessar o site:
http://technet.microsoft.com/en-ca/exdeploy2010
Veja as opções que você tem na Fig.2:

Fig.2
No meu caso estou fazendo o upgrade de um Exchange 2003 para o 2010, então clicarei em Upgrade from Exchange 2003.

Fig.3
Ele começa levantando seu ambiente com algumas questões básicas, veja na Fig.4

Fig.4
Assim que responder as perguntas ele vai ofertar um checklist com vários passos para te orientar no restante do processo, como na Fig.5.
Você deve responder a todos os passos e no final tem o mais legal, você pode baixar seu checklist, é bem interessante. Você ainda pode enviar por e-mail para sua equipe pra documentar.
Vou continuar com o processo baseado no upgrade de 2003 e continuarei postando aqui pra vocês.
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Tiago Souza
Pessoal, vou começar a falar um pouco de Exchange 2010, principalmente migração do 2003 para ele.
Vou dar inicio na thread e nas tags aqui no Blog, fiquem atentos.
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Tiago Souza