E falando em carreira… Virtualização

February 13th, 2010 by Tiago Souza

Pegando o gancho do meu último post que falei sobre carreira, especialmente na área de TI, acabei de ler no blog do Fabio Hara um post sobre o mesmo assunto, porém focado em virtualização.

Dentre os pontos que ele comenta em seu post, achei importante destacar a questão do storage. Não da pra pensar em virtualização de servidores hoje sem pensar em como dimensionar bem o storage, em questão de espaço e performance.

Um exemplo que vi esses dias pessoalmente. Um servidor Hyper-V hospeda uma VM de Exchange 2003, no qual uma LUN do storage seria apresentada para essa VM. Há um detalhe aqui que precisa ser pensado no projeto. Se você já tem esse host de Hyper-V conectado na SAN e com LUN entregue pra ele, e nesse caso com redundância das interfaces (duas placas para SAN ligadas a dois switches), não esqueça que se usar a mesma interface de rede para a VM você estará passando pelo mesmo tráfego que seu host (servidor físico). Nesse caso a indicação que recebi era ter outra interface física, ou duas de preferência, para atribuir exclusivamente a interface virtual para essa VM. Mas funciona dos dois jeitos.

O que costumo pensar é o seguinte, planeje bem o ambiente, acho importante ter 80% de planejamento e o restante de mãos a obra efetivamente.

Leiam o que o Hara escreveu em seu Blog: http://fabiohara.spaces.live.com/Blog/cns!61F254701739206!3004.entry?sa=101807074.

[]s
Tiago Souza

Share

Post to Twitter

Dell TechCenter e Windows 2008 Hyper-V R2

February 8th, 2010 by Tiago Souza

Vale a pena conferir. A DELL tem uma página com várias informações sobre tecnologias que são instaladas em seus equipamentos. Um bom exemplo é a página sobre Hyper-V, com dicas e configurações.

Para visitar o techcenter de Windows 2008 Hyper-V R2, acesse: http://www.delltechcenter.com/page/Microsoft+Virtualization+-+Windows+2008+Hyper-V+R2 

[]s
Tiago Souza

Share

Post to Twitter

Guia de Licenciamento Microsoft para ambientes virtuais – Dica Kolarik

January 22nd, 2010 by Tiago Souza

Pessoal, uma dica do Blog do nosso colega MVP Nelson Kolarik:

http://nckolarik.spaces.live.com/blog/cns!ABE7CFFC688AB5A!1175.entry

[]s
Tiago

Share

Post to Twitter

Saiba como foi o evento de Virtualização da Fujitsu e Microsoft

December 9th, 2009 by Tiago Souza

FONTE: http://mswindowsserver.org/blog/?p=303

“Boa tarde a todos !! Acabamos de finalizar o evento em parceria com a Fujitsu aqui na Microsoft onde mostramos para clientes soluções de virtualização Microsoft + Fujitsu.

Diferente das várias outras demonstrações onde usamos notebooks para simular um ambiente, tivemos a presença de um rack Fujitsu real, com um Blade Modelo BX920S1, com duas lâminas e uma Storage Fibre Channel modelo ETERNUS DX80, além de um servidor Rack modelo RX100 que serviu como Controlador de Domínio e System Center Virtual Machine Manager.

Ambiente de Demonstração (degustação)

eventofujitsu_ms

Mas afinal o que mostramos para os clientes ?

Mostrei a estratégia de virtualização da Microsoft, como ela se diferencia da concorrência, o Alex Peszko da Fujitsu mostrou como uma empresa deve planejar a implementação de virtualização da empresa e suas melhores práticas,  além disso realizei as seguintes demonstrações ao vivo no ambiente ilustrado acima :

  • Monitoramento do chassi Blade, ligamos o chassi e as lâminas remotamente;
  • Suporte de Máquina Virtual com Red Hat 5.2 no Hyper-V;
  • Live Migration do Red Hat entre as nós do cluster;
  • Live Migration usando a console do Failover Clustering, Virtual Machine Manager e Power Shell;
  • Criação de máquinas virtuais usando o Windows Deployment Services (boot pela rede, sem ISO ou DVD);
  • Monitoramento pelo Operations Manager e Server Viewer;

Palestrantes

eventofujitsu_ms2

Eu do lado esquerdo e o Alex Pleszko da Fujitsu

Público presente

O público presente foi em sua maioria gestores e profissionais de TI de grandes corporações que estão avaliando soluções de virtualização em suas empresas. Contamos aproximadamente com 75 pessoas.

eventofujitsu_ms3

Para saber mais sobre soluções Fujtsu acessem http://www.fujitsu.com.br/ e Microsoft em www.microsoft.com/brasil/servidores

A matéria foi cedida pelo colega Gilson Banin que palestrou nesse evento.

Parabéns a Microsoft e aos organizadores pelo evento.


Tiago Souza

Share

Post to Twitter

Evento virtualização – Fujitsu e Microsoft

December 1st, 2009 by Tiago Souza

FONTE: http://mswindowsserver.org/blog/?p=291

Dia 09/12,vai ocorrer aqui na Microsof um evento no formato café da manhã em conjunto com a Fujitsu onde falaremos sobre soluções de Hardware+Software para virtualização envolvendo tecnologias Microsoft (System Center, Windows Server e Hyper-V) e Fujitsu (Storage e Servidores). Eu serei o palestrante do lado da Microsoft. Ainda há vagas, veja as informações adicionais abaixo e participe !!!

As informações e como se inscrever podem ser conferidas no convite abaixo. Para confirmar sua presença mande um email para fujitsu@fujitsu.com.br


Tiago Souza

Share

Post to Twitter

Dell Networking Solutions Guide for Microsoft Hyper-V

November 16th, 2009 by Tiago Souza

Clique aqui para baixar o documento.


Tiago Souza

Share

Post to Twitter

Como saber se o seu computador suporta 64 Bits ou Virtualização ?

November 15th, 2009 by Tiago Souza

Até que enfim achei esse site novamente, ele estava perdido nos meus favoritos e quando mais precisei dele tive que ficar procurando na internet.

http://www.grc.com/securable.htm

O link acima é onde você pode descobrir se o seu processador suporta 64bits ou virtulização.

Você visualiza 3 opções nesse aplicativo:

pro_64bits03

  • Se ele é 64 bits
  • Se suporta DEP (Data execution prevent)
  • Se suporta Hardware virtualization

Lembrando que para utilizar o Hyper-V você precisa dos 3 elementos, você pode verificar os pré-requisitos de Hyper-V no link abaixo:

http://technet.microsoft.com/pt-br/library/cc731898(WS.10).aspx


Tiago Souza

Share

Post to Twitter

O Hyper-V suporta dispositivos NAS?

November 10th, 2009 by Tiago Souza

Uma dica legal do Blog do Artur

http://arturhigashiyama.spaces.live.com/Blog/cns!8F490822036C8F76!1588.entry


Tiago Souza

Share

Post to Twitter

Devo rodar anti-vírus no meu servidor com Hyper-V ?

October 29th, 2009 by Tiago Souza

Achei no Blog do Robson Silva, boas dicas:

http://blogs.technet.com/robsonsilva/archive/2009/10/29/devo-rodar-anti-v-rus-no-meu-servidor-com-hyper-v.aspx


Tiago Souza

Share

Post to Twitter

Virtualização de Servidores

October 23rd, 2009 by Tiago Souza

Virtualização de Servidores 

Data: 20  de Outubro, 2009.
Autor: Marcelo Silva

Introdução

Gostaria de falar um pouco sobre um tema que está em alta há alguns anos e que a cada dia esquenta mais no Brasil: VIRTUALIZAÇÃO.

Uma vez que este assunto é relativamente novo em comparação a outras tecnologias, é comum que o termo seja confundido com outras tecnologias já há muito conhecidas. Para tanto, quero começar esclarecendo a diferença que há entre Virtualização, Emulação e Simulação.

Virtualização não é “emulação”, ou fazer uso de um software Emulador!

Um emulador faz com que um sistema funcione se comportando como se fosse outro. É como um software de 64 bits funcionando em um ambiente de 32 bits.

Um exemplo disso é quando nós temos um aplicativo de DOS/Windows95 e desejamos rodá-lo no Windows 7. O que fazemos então? Ativamos um recurso “emulador” no sistema operacional, conhecido como “Modo de Compatibilidade”, que faz com esse SO que é de 32/64 bits consiga rodar um programa de 16bits, por um processo de emulação, abrindo inclusive processos de separação de memória, por meio do bem conhecido NTVDM.exe.

Abaixo, a janela de ativação do Modo de Compatibilidade:

Figura1-Compatibility
Figura 1: Propriedade do aplicativo, ativando o “Modo de compatibilidade”.

Virtualização não é “simulação”, ou fazer uso de um software Simulador!

A Simulação tenta ao máximo “imitar” o comportamento de um software ou hardware real. Em outras palavras, podemos dizer que simular, no contexto da Tecnologia da Informação, é representar comportamentos e reações de recurso físico ou um sistema abstrato.

Atualmente, softwares de simulação são utilizados como recursos de treinamento, teste de soluções e até mesmo para Games, como o caso dos simuladores de vôos ou jogos de “realidade virtual”.

Um bom exemplo de simulação são os softwares que simulam equipamentos da Cisco (RouteSim: http://www.routersim.com/; Boson: http://www.boson.com/AboutNetSim.html); NetworkSims: http://networksims.com/) , a fim de proverem recursos para estudantes e candidatos a certificações de Networking da Cisco Systems (Routing, Switching, Firewalls, sistemas de Voz Over IP etc).

O que é Virtualização?

De forma prática e direta, podemos dizer que virtualização é o processo de implementação de múltiplos sistemas operacionais, compartilhando quatro elementos básicos de hardware, a saber: Processadores, Memória, Placas de Rede (NICs) e Discos, por meio de um sistema conhecido como hypervisor.

O Hypervisor é um programa que atua na camada de virtualização, que em sincronia com o sistema operacional trabalha entre o hardware físico e os sistemas operacionais “guest” (Sistemas operacionais hospedados). Em alguns casos que veremos mais adiante, o Sistema Operacional e o programa hypervisor se fundem em uma só solução.

Figura2-Hypervisor Layer
Figura 2: Arquitetura básica de virtualização de servidores.
Dentre os benefícios da virtualização de servidores, podemos destacar:

  • Melhor utilização do hardware e consolidação de servidores;
  • Migração “quente” (hot migration) de servidores entre diferentes tipos de hardware sem desligamento dos sistemas operacionais e aplicações que estão rodando;
  • Redução do número de servidores físicos, com grande impacto positivo sobre a questão espacial, reduzindo a pressão sobre a estrutura física do prédio e reduzindo a demanda por sistemas de ar-condicionado e eletricidade;
  • Facilidade de upgrade de hardware e upgrade/update de aplicações, sem afetar o funcionamento de outras aplicações;
  • Implementação de múltiplos e diferentes sistemas operacionais (Windows Server 2003, Windows Server 2008, Linux etc) sobre um mesmo servidor físico;
  • Gerenciamento fácil e prático sobre toda essa infra-estrutura e
  • Economia financeira, na maioria dos casos.

(Confiram essa reportagem de 16 de Outubro de 2009, na qual mostra que anualmente se perdem 25 Bilhões de dólares com servidores não utilizados: http://www.eweek.com/c/a/Green-IT/Unused-Servers-Cost-Businesses-25B-Annually-Study-582507/)

Os componentes básicos de qualquer ambiente de virtualização são:

1.       Máquinas Host / Hardware Host

Como requisito mínimo, são servidores multi-processados e/ou com múltiplos núcleos (Cores).

No caso do Hyper-V e do XenServer da Citrix, é exigido Hardware de 64Bits, enquanto o VMware ESX na versão 3.5, suporta hardware tanto 32bits como 64bits. Mas vale ressaltar que na versão ESX 4.0 (vSphere 4),  hardware de 64bits é um requisito também. 

Esses “hosts” então são utilizados para compartilhar seus recursos físicos como CPUs, memória, placas de rede (geralmente Gigabit Ethernet e FC – Fibra ótica), unidades de armazenamento, unidades de disco removíveis como Floppy /CD/DVD e dispositivos USB, e ainda seus barramentos.

Para melhor suporte dos sistemas operacionais hospedados, é recomendado/exigido processadores com tecnologias Intel VT (http://www.intel.com/technology/virtualization/) e/ou AMD-V (www.amd.com/virtualization).

2.       Software de Virtualização

Inicialmente, os softwares de virtualização eram softwares instalados sobre um determinado sistema operacional, a fim de:

  • Criar e manter as Máquinas Virtuais (VMs);
  • Gerenciar os recursos de hardware para as VMs;
  • Agendar o uso de recursos sempre que houver demanda para isso e
  • Prover uma interface de gerenciamento e configuração para as Máquinas virtuais

Dentro dessa categoria temos o Microsoft Virtual PC, Microsoft Virtual Server R2, VMware Workstation e VMware Server.

Porém, existem os sistemas mais robustos de produção, que não requerem um sistema operacional de base para serem instalados. Esses são instalados diretamente no hardware (bare metal), e não requerem sistema operacional adicional. São eles: Microsoft Hyper-V R2, VMware ESX 3.5/4.0 e Citrix XenServer.

Um pouco sobre o VMware ESX[i]

Primeiramente, é interessante esclarecer que o VMware ESX não é Linux. Esse software é um hypervisor do tipo “bare metal”, mas que pelo fato de seu SC (Service Console) e sistema de boot ser uma modificação do Linux Red Hat 3, uma grande parte das pessoas tende a pensar no ESX como sendo um tipo (distribuição) de Linux.

O Serviço de Console do ESX é como uma Máquina Virtual especial, que usa uma pequena parte da memória e apenas um “Core” dos processadores. O SC não é o sistema operacional. O ESX foi desenvolvido pela equipe da VMware/EMC2 e por isso é um software comercial e que deve ser devidamente licenciado para uso.

VMware ESX é um sistema operacional, criado exclusivamente para suportar Virtual Machines, e dar a elas o melhor desempenho possível, além de dar total controle aos Administradores sobre as configurações do hardware compartilhado e em uso.

O kernel do ESX é chamado de “VMkernel”, que juntamente com o Service Console (SC), compõe os dois principais componentes desse sistema de virtualização de servidores.

Abaixo segue um diagrama que mostra graficamente o layout da arquitetura, de forma simplificada, do ESX.

Figura3-ESX35
Figura 3: Arquitetura de virtualização do VMWare ESX 3.5 (cortesia VMware website).
A suíte de produtos de virtualização da VMware (VI3), cujo VMware ESX é o carro chefe, é composta pela seguinte lista:

  1. VMware ESX Server
  2. VMware Virtual SMP
  3. VMware VMotion
  4. VMware DRS (Distributed Resource Scheduler)
  5. VMware HA (High Availability)
  6. VMware VCB (Consolidated Backup)
  7. VMware VirtualCenter (atualmente na versão 4.0)
  8. VMware Infrastructure Client

A versão mais recente do ESX é conhecida como “VMware vSphere 4.0”, e implementa uma série de novas funcionalidades, mas sua nova filosofia é “Cloud operating Systems”.

Sistemas operacionais em “nuvens” é uma nova categoria de software, projetado para gerenciar grandes infra-estruturas, num agrupamento de CPUs, memórias, armazenamento e redes, dentro de um ambiente operacional de alta disponibilidade, com facilidades para upgrades e migrações dinâmicas.

Figura4-Nuvens vPhere
Figura 4: Aplicações em nuvens, utilizando virtualização do VMWare vShere 4 (cortesia VMware website).

Diferentemente dos tradicionais sistemas operacionais, onde o sistema operacional gerencia apenas uma máquina individual, o Cloud OS agrega toda a infra-estrutura de um datacenter para criar uma única e poderosa “unidade computacional”, com recursos que podem ser rapidamente e de forma automática, alocados para uma determinada aplicação.

Figura5-vSphere
Figura 5: Arquitetura de virtualização do VMWare vSphere 4 (cortesia VMware website)

 Maiores detalhes podem ser acessados pelo site:

- http://www.vmware.com/products/vsphere  e

- http://www.vmware.com/support/vsphere4/doc/vsp_40_new_feat.html

 
Um pouco sobre o Microsoft Hyper-V

O Hyper-V, anteriormente conhecido como “Viridian”, é o sistema de virtualização enterprise da Microsoft, e também o carro-chefe de seus produtos para virtualização. Tendo como base o Windows Server 2008, porém com versão somente para 64bits, o Hyper-V propõe um ambiente de escalabilidade, confiabilidade e alta disponibilidade para a plataforma de virtualização.

Recentemente a Microsoft lançou a nova versão do produto que é o Hyper-V R2, que pode continuar a ser parte do Windows 2008 Server, como uma Role adicional, ou mesmo como um servidor “Standalone”. Como requisito para funcionamento, é esperado que os servidores possuam processadores com tecnologia para virtualização, como os mencionados anteriormente nesse artigo, o Intel VT e o AMD-V.

Um destaque para o recurso de “Live Migration”, que foi demonstrado com muita propriedade e de forma simples pelo Fábio Hara e Luciano Palma, no Technet Edge website (http://edge.technet.com/Media/Live-Migration-Uma-Demo-partindo-do-Zero-Parte-1) , o qual permite a migração de uma Virtual Machine de um host para outro, através da rede IP local, sem interrupção do funcionamento do sistema operacional “guest”, e até mesmo sem a percepção do usuário que está acessando os recursos do sistema da Máquina Virtual.

A Microsoft também desenvolveu um produto para o gerenciamento do ambiente virtual, que  é o SCVMM 2008 R2 (System Center Virtual Machine Manager), como membro da família System Center. Para obter maiores detalhes, basta acessar o site: http://www.microsoft.com/systemcenter/virtualmachinemanager/en/us/default.aspx

Figura6-HyperV
Figura 6: Arquitetura de virtualização do Microsoft Hyper-V (cortesia Microsoft Hyper-V website)

  

3.       Máquinas Virtuais (VMs)

A Máquina Virtual, mas conhecida como VM, é o hardware virtual usada para suportar o sistema operacional virtualizado. Em outras palavras, é o conjunto de configurações de hardware apresentado para o Sistema Operacional “guest”, que será utilizado pelo SO hospedado.

É importante entender que a VM não é o Sistema Operacional em si, mas apenas a representação de seu hardware a ser utilizado perante o SO do Hypervisor.

Dentre essas configurações, se encontram a quantidade de CPUs virtuais que o SO “guest” utilizará, a quantidade de memória RAM, se esse SO utilizará uma ou mais NICs (Placas de Rede), se estará conectado por meio de VLAN, informações de armazenamento sobre discos locais (SCSI) ou via SAN/NAS (FC ou iSCSI), e informações como Floppy e CD/DVD drives.

Segue abaixo uma tabela de referência para alguns tipos de arquivos vinculados a uma VM:

 

VMware ESX

Microsoft Hyper-V

Discos Virtuais .vmdk .vhd
Configuração das VMs .vmx; .vmxf .xml
Paginação de Memória . vswp .bin
Snap-shots .vmsn; .vmsd Snapshots\???\.avhd
Status atual da VM -flat.vmdk .vsv
Informações de BIOS .nvram  

Figura 7:  Equivalência de arquivos de Máquinas Virtuais entre as duas grandes plataformas de virtualização.

Obs.: O sistema de arquivo utilizado pela VMware para armazenagem de seus arquivos de VMs é o vmfs, e o sistema de arquivo utilizados pela Microsoft continua sendo o nosso bem conhecido NTFS.

 

4.       Sistemas Operacionais hóspedes (Guest OS)

O “SO guest” é o Sistema Operacional de arquitetura x86 ou x64 bits, que rodará dentro de uma Virtual Machine (Windows NT, Windows Server 2003, Windows Server 2008, Windows 7, Linux, Novel, Solaris, “whatever”).

Esses SOs darão suporte aos diversos tipos de aplicações como SQL Server, Oracle, SAP, servidores web IIS e Apache, Exchange Servers,  SCCM, OCS, configurações de Clustering e Balanceamento de Cargas e por aí vai.

 

Conclusão

Com este artigo, não pretendíamos esgotar o assunto, mas sim dar uma visão geral sobre virtualização e sobre os dois principais “players” do mercado, com seus respectivos principais produtos.

Não podemos confundir virtualização com Simulação ou Emulação, uma vez que as implementações são reais (apesar do nome ser “virtual”), e que essa tecnologia tem por finalidade um ambiente de  produção, e não ambientes de testes e treinamento, muito embora possamos utilizá-lo para esse fim.

Vale lembrar que ambos os fabricantes possuem uma HCL e/ou SVVP (Lista de hardwares e de softwares compatíveis – homologados), as quais devem ser consideradas antes de qualquer implementação:

  1. VMware ESX: http://www.vmware.com/resources/communitysupport; http://www.vmware.com/resources/techresources/1032 ; http://www.vmware.com/resources/compatibility/search.php
  2. Microsoft Hyper-V: http://www.windowsservercatalog.com; http://www.windowsservercatalog.com/svvp.aspx  ; http://support.microsoft.com/?kbid=957006

Um forte abraço e até a próxima.


Marcelo Braga Silva
é profissional de TI há 14 anos, atualmente trabalhando como consultor nos Estados Unidos, envolvido em projetos de virtualização de servidores com VMware ESX e servidores Windows Server 2003/2008 e Exchange Server 2003/2007. É certificado pela Microsoft como MCITP,  MCSA, MCTS e MCT. Blog: http://WindowsServer-AD.blogspot.com |E-mail: celobra@gmail.com

 


[i] Pronuncia-se “Viemuer Iessex”

Para baixar o DOC com todo o conteúdo clique AQUI.
Para baixar o DOCX com todo o conteúdo clique AQUI.

Share

Post to Twitter

Hyper-V Update List

October 2nd, 2009 by Tiago Souza

Uma lista bem útil dos updates de Hyper-V.

http://technet.microsoft.com/en-us/library/dd430893(WS.10).aspx


Tiago Souza

Share

Post to Twitter

Windows Server 2008 R2 e Hyper-V Server 2008 R2 RTM

August 6th, 2009 by Tiago Souza

Gostaria de comentar o lançamento das versões do Windows Server 2008 R2 RTM e Hyper-V Server 2008 R2 RTM. A versão RTM significa “Release to Manufactoring”, o que quer dizer que o produto está pronto para fabricação, o desenvolvimento foi fechado e ele pode ser vendido.

Estou aqui lendo o blog da Microsoft sobre virtualização e vou tentar passar alguns detalhes aqui pra vocês.

A Microsoft anunciou no blog que tem como meta trabalhar nas versões desses produtos com base no feedback de seus clientes, não importando o tamanho da organização e seu orçamento, a mesma agradece os clientes e apresenta as seguintes mudanças propostas por eles.

“Keep Reducing Costs”

Uma das grandes preocupações é com o consumo de energia, não importa o tamanho da sua organização, você é obrigado a consumir e a pagar por essa energia. Para praticar o Green It a Microsoft vem investindo bastante nos produtos de virtualização.

Com o Hyper-V R2 há um foco na redução do consumo de energia quando os servidores estão ociosos (noite e fins de semana) e agora mesmo sob carga de trabalho durante o dia, através de aprimoramentos como: Core Parking e Timer Coalscing.

“Protect Our Investments”

Esse tema é o seguinte, quando a empresa gasta dinheiro com TI ela espera que esse investimento dure por algum tempo, mas hoje a evolução nessa área é constante, e isso é um dos desafios da Microsoft com o Hyper-V R2.

CPU – O Hyper-V R2 suporta até 64 logical processors, até 384 VMs, e tira proveito de novos aprimoramentos como AMD’s Rapid Virtualization Indexing (RVI) e Intel’s Extended Page Tables (EPT). (Ainda não li sobre isso para comentar aqui, mas podem consultar o link citado acima sobre o blog da Microsoft que eles linkam as explicações sobre isso).

Networking – Há melhorias também na parte de rede, vamos lá com o que eles nos passam no blog. Para redes 1 Gb/E o Hyper-V inclui o Jumbo Frame Support. Para redes 10 Gb/E Hyper-V adiciona o suporte para Chimney support and Virtual Machine Queue (VMQ), o que melhora a performance da rede librando uso do processador, e garante um uso mais eficiente dos recursos do seu servidor. E mesmo que você ainda não tenha uma rede super veloz como 10 Gb você já vai estar com tecnologia que suporte isso para um futuro upgrade.

Storage – A recomendação com o Hyper-V R1 era de se usar em ambientes de produção discos fixos (fixed disks) para melhorar a performance. Discos fixos são aqueles que não se expandem conforme o uso, mas já alocam parte do seu disco físico para o VHD. Só que alguns dos clientes preferiam o uso dinâmico do disco, aquele em que o disco físico é ocupado conforme os dados são inclusos no disco virtual (VHD), o que economiza espaço no storage.

Há uma melhoria no desenvolvimento do Hyper-V R2 para os discos dinâmicos, onde a Microsoft relata melhoras de 15X mais que o anterior, porém ainda é recomendado o uso dos Fixed Disks para ambientes em produção.

“Help Me Find The Right Hyper-V Hardware.”

Muitas pessoas questionam sobre qual o hardware certo para o Hyper-V, mas a microsoft recomenda no Blog: “There’s no special certification for Hyper-V. Just make sure that the hardware you’re investing in (servers, storage, etc) have the Windows Server 2008 Logo and now, the new Windows Server 2008 R2 Logo and you’re set.”

E indicam o ótimo site do windows server catalog que indica os hardwares suportados por produto.

“Continue to Improve Interoperability”

Eles dizem estar empenhados na interoperabilidade entre sistemas, principalmente na plataforma linux, isso pode ser observado também pelo programa Interop.

Há agora ICs (integration components) adicionados não somente para Suse Linux, mas também para Red Hat Enterprise Linux 5.2 e 5.3, para x86 e x64.

“Increase Flexibility”

Live Migration – Essa eu quero ver! Hehe… Vocês já conhecem produtos similares como o Vmware Vmotion ou Live Motion da Citrix? É o recurso de se mover máquinas virtuais entre servidores físicos (hosts) diferentes sem queda ou indisponibilidade para quem está conectado à essa VM.

Vou falar mais disso daqui pra frente, mas segue alguns outros detalhes.

Processor Compatibility Mode – Há compatibilidade de processadores entre 4 gerações de processadores Intel. De PIV VT ao Core i7.
 
Isso também funciona para AMD, porém da seguinte forma AMD <-> AMD e Intel <-> Intel. Tem que ser do mesmo fabricante para isso funcionar.

Verifique mais sobre compatibilidade aqui.

Deem uma olhada também no seguinte link: http://blogs.technet.com/virtualization/archive/2009/05/06/microsoft-hyper-v-server-2008-r2-release-candidate-free-live-migration-ha-anyone.aspx

“Virtualized Desktops”

Vou só citar algumas funções e falo mais nos próximos artigos para não me extender muito nesse aqui.

• Connection Broker
• RDP Protocol Enhancements
1. Multi-monitor support
2. Bi-directional audio support (VoIP anyone?)
3. Aero Glass Support
4. Enhanced Bitmap Acceleration

Mais novidades vou postando conforme o tempo disponível.

Abraços.


Tiago Souza

Share

Post to Twitter

Hyper-V – VmConnect.exe

July 3rd, 2009 by Tiago Souza

Com o Hyper-V management tools você pode gerenciar máquinas guest sem precisar estar logado em um servidor Hyper-V e sem precisar usar o remote desktop.

Exemplo, vamos supor que você tenha 5 máquinas virtuais no Host A e 5 no Host B. Estando logado no Host A você pode executar o comando “vmconnect.exe” que fica em: C:\Program Files\Hyper-V e conectar a partir dele. Você pode instalar o Hyper-V management tools em um Windows Vista e conectar também, para isso baixe o seguinte KB: http://support.microsoft.com/kb/952627

Abra o prompt de comando e vá até o caminho C:\Program Files\Hyper-V e execute o comando vmconnect.exe, como figura abaixo.

vmconnect1.jpg

Em server coloque o nome do servidor Host e em Virtual Machine o nome da VM.

Quando você começa a digitar o nome de uma das VMs a janela já lhe lista as máquinas virtuais correspondentes à esse servidor Hyper-V.

vmconnect2.jpg

Assim que você clica ok abrirá a janela de conexão do Hyper-V, como mostra figura abaixo

vmconnect3.jpg


Tiago Souza

Share

Post to Twitter

TechCenter de Virtualização

April 17th, 2009 by Tiago Souza

Confiram o link do site, em português da Microsoft, sobre Virtualização, é o TechCenter de Virtualização, bem legal:

http://technet.microsoft.com/pt-br/virtualization/default.aspx


Tiago Souza

Share

Post to Twitter

Banco Central virtualiza servidores com Hyper-V do Windows Server 2008

February 5th, 2009 by Tiago Souza

Fonte: http://nckolarik.spaces.live.com/Blog/cns!ABE7CFFC688AB5A!316.entry

Pessoal, aqui vai a dica desse blog do Nelson Kolarik. Tem muita coisa sobre virtualização.

Deem uma olhada nessa notícia. Na verdade trata-se de um case de Hyper-V.


Tiago Souza

Share

Post to Twitter