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	<title>Portal Tecnologia &#187; Mercado</title>
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	<description>Seu portal em tecnologia da informação</description>
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		<title>Work for Full Price or Free, Never Cheap</title>
		<link>http://www.portaltecnologia.net/2010/07/06/work-for-full-price-or-free-never-cheap/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 23:24:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Gostaria de escrever um pouco sobre prestação de serviços, consultoria ou ainda freelance, conforme cita o artigo que vou passar aqui. Focando mais na área de infraestrutura, que é o que o blog aborda. Outro dia o Cassio Soares, um colega da mesma área, estava com essa citação no messenger: Work for Full Price or Free, Never Cheap. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Gostaria de escrever um pouco sobre prestação de serviços, consultoria ou ainda freelance, conforme cita o artigo que vou passar aqui. Focando mais na área de infraestrutura, que é o que o blog aborda.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro dia o Cassio Soares, um colega da mesma área, estava com essa citação no messenger: <strong>Work for Full Price or Free, Never Cheap</strong>. E pra quem presta esse tipo de serviço entendeu bem o que significa. Quem já não precisou ter paciência de sobra para mediar um conflito entre o que o cliente contratou e o que ele esperava receber? E isso se resume bem no que diz no artigo que eu quero repassar aqui.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><a href="http://lifehacker.com/5567336/freelancers-work-for-full-price-or-free-never-cheap" target="_blank">Freelancers: Work for Full Price or Free, Never Cheap</a></li>
<li><a href="http://www.drawar.com/articles/two-choices-for-rates-and-cheap-isnt-one-of-them/242/" target="_blank">Two Choices For Rates And Cheap Isn&#8217;t One Of Them</a></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Eu tenho uma demanda de prestação de serviços pequena pois trabalho como PJ semanalmente em uma empresa aqui em São Paulo, mas mesmo quando atendo alguns clientes fora do horário já tive oportunidade de passar algum tipo de situação complicada, que gerou estresse e que ainda cobrei um valor menor que fez com que me arrependesse. Por isso achei interessante replicar o que li nesse artigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Resumindo e meio que traduzindo alguns pontos do que comentaram no link acima, vou tentar repassar pra vocês aqui complementando com minha opinião e experiência vivida.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você faz um trabalho sem cobrar por ele (for free), você pode controlar a expectativa do cliente. E isso é muito importante pois quando você vende um serviço você vende junto expectativa. Você pode dizer quais os limites e o que ele pode esperar do serviço, e ele vai ficar ainda muito agradecido pelo que você fez, mesmo que não atenda inteiramente o que ele gostaria, mesmo que você disponha de pouco tempo, mas o que você já fez sem cobrar vai ser útil pra ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele diz também: De um jeito ou de outro clientes causam estresse!</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso é melhor você não cobrar do que cobrar barato (cheap). Cobrar barato pode ser perigoso no sentido de que quando as pessoas pagam, gastam dinheiro, elas criam expectativas, não importa o quanto estão pagando. Veja, se o cliente te paga R$ 500,00 ou R$ 5.000,00, ele está criando expectativa. Você ganhando um valor ou outro vai ter que gerenciar algum estresse, quase sempre isso acontece, cabe a você administrá-lo recebendo mais ou menos por isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você cobra barato você pode acabar frustrando o cliente e a você mesmo. Se houver algum problema no decorrer do trabalho você vai se lamentar por ter cobrado tão pouco para gerenciar um nível de estresse tão grande.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado acredito que deva existir uma relação transparente entre você, prestador de serviços, e o cliente. Você pode fazer um desconto dependendo da situação, ou até mesmo um pacote de horas para um trabalho. Pode receber uma no ato e outra no fim do serviço. Existem várias formas. Deixe claro o que você está oferecendo e planeje bem antes de qualquer implantação. Se houver riscos deixe ele a par e documente. Mostre outras possibilidades, as vezes ele quer investir mas não sabe como ou não conhece. Seja realista também, cada empresa deve ter uma solução adequada ao tamanho e ao orçamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Um outro problema que acontece quando você cobra barato é que você pode acabar caindo na cilada do “deixa pra depois”. Isso acontece quando você já está irritado com algum problema e pensa: Já levei meu prejuízo, quando puder retorno pra eles. Procrastinação é um problema nesse caso. Vira uma bola de neve. Eu já passei por isso, infelizmente na época não fui maduro para finalizar de uma vez por todas e a situação foi piorando com o tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">No artigo ele comenta sobre ser realista com o cliente caso o orçamento seja baixo. Ele cita um exemplo de um amigo que tinha US$ 200,00 e precisava de um website. Ele disse que conseguiria trabalhar de 2 a 3 horas no site e depois precisaria renegociar se precisasse de algo mais. Eu não concordo inteiramente com isso, mas dependendo da sua relação com esse amigo talvez seja um caminho. Mas como disse, tudo é questão de negociar e expor a realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">No final ele conclui:</p>
<p style="text-align: justify;">“Did I wish I had more time to do a better job? You are damn right I did, but I wasn&#8217;t foolish enough to make the project a charity case. I was happier knowing I gave it my all for the time I was paid for instead of busting my ass for pennies. You choose whether you love or hate the career path you selected. Don&#8217;t let money be one of the deciding factors”.</p>
<p style="text-align: justify;">É um pouco radical. rs&#8230; Mas ele diz mais ou menos assim: Eu gostaria de ter mais tempo pra fazer um trabalho melhor? Com toda a razão que sim, mas eu não fui tolo o bastante para tornar o projeto um caso de caridade. Eu estava mais feliz sabendo que dei tudo de mim para que eu fosse pago do que me encher de migalhas. Você escolhe se você ama ou odeia a carreira que você selecionou. Não deixe que o dinheiro seja um dos fatores decisivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fica agora o espaço para comentários, sua opinião pessoal, o que acham?</p>
<p style="text-align: justify;">[]s<br />
Tiago Souza</p>
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		<title>10 profissionais de TI mais procurados</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 20:06:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: INFO Saiu uma matéria do Bruno Ferrari, da INFO on line. Segundo a pesquisa, é uma boa notícia para nossa área de redes, administradores de ambiente windows, suporte, etc. Um trecho da matéria: &#8220;A figura do administrador de redes está em alta. Dos executivos entrevistados 70% disseram estar atrás desse tipo de profissional. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: <a target="_blank" href="http://info.abril.com.br/professional/carreira/quais-sao-os-10-profissionais.shtml">INFO</a></p>
<p>Saiu uma matéria do Bruno Ferrari, da INFO on line. Segundo a pesquisa, é uma boa notícia para nossa área de redes, administradores de ambiente windows, suporte, etc.</p>
<p>Um trecho da matéria:</p>
<p>&#8220;A figura do administrador de redes está em alta. Dos executivos entrevistados 70% disseram estar atrás desse tipo de profissional. A demanda aparece, sobretudo, em empresas de serviços de TI e instituições educacionais.</p>
<p>Em segundo lugar está a Administração de ambiente Windows. A vaga foi citada por 69% dos CIOs consultados. O mesmo percentual (69%) vale para a área de suporte a desktop, que empata como a segunda categoria mais procurada pelas empresas.&#8221;</p>
<p>Para ler a matéria na íntegra clique <a target="_blank" href="http://info.abril.com.br/professional/carreira/quais-sao-os-10-profissionais.shtml">aqui</a>.</p>
<p>&#8211;<br />
Tiago Souza</p>
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