O nosso colaborador Jaime Artur nos passou uma dica de um site. É um demo abordando o softgrid, visitem:
http://www.microsoft.com/windows/products/windowsvista/editions/enterprise/demo/index.html
Valeu Jaime.
[]s
Tiago Souza
Tags: Softgrid, virtualização
Pegando o gancho do meu último post que falei sobre carreira, especialmente na área de TI, acabei de ler no blog do Fabio Hara um post sobre o mesmo assunto, porém focado em virtualização.
Dentre os pontos que ele comenta em seu post, achei importante destacar a questão do storage. Não da pra pensar em virtualização de servidores hoje sem pensar em como dimensionar bem o storage, em questão de espaço e performance.
Um exemplo que vi esses dias pessoalmente. Um servidor Hyper-V hospeda uma VM de Exchange 2003, no qual uma LUN do storage seria apresentada para essa VM. Há um detalhe aqui que precisa ser pensado no projeto. Se você já tem esse host de Hyper-V conectado na SAN e com LUN entregue pra ele, e nesse caso com redundância das interfaces (duas placas para SAN ligadas a dois switches), não esqueça que se usar a mesma interface de rede para a VM você estará passando pelo mesmo tráfego que seu host (servidor físico). Nesse caso a indicação que recebi era ter outra interface física, ou duas de preferência, para atribuir exclusivamente a interface virtual para essa VM. Mas funciona dos dois jeitos.
O que costumo pensar é o seguinte, planeje bem o ambiente, acho importante ter 80% de planejamento e o restante de mãos a obra efetivamente.
Leiam o que o Hara escreveu em seu Blog: http://fabiohara.spaces.live.com/Blog/cns!61F254701739206!3004.entry?sa=101807074.
[]s
Tiago Souza
Tags: Carreira, Hyper-V, virtualização
FONTE: http://mswindowsserver.org/blog/?p=291
Dia 09/12,vai ocorrer aqui na Microsof um evento no formato café da manhã em conjunto com a Fujitsu onde falaremos sobre soluções de Hardware+Software para virtualização envolvendo tecnologias Microsoft (System Center, Windows Server e Hyper-V) e Fujitsu (Storage e Servidores). Eu serei o palestrante do lado da Microsoft. Ainda há vagas, veja as informações adicionais abaixo e participe !!!
As informações e como se inscrever podem ser conferidas no convite abaixo. Para confirmar sua presença mande um email para fujitsu@fujitsu.com.br
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Tiago Souza
Tags: Eventos, Hyper-V, virtualização
Até que enfim achei esse site novamente, ele estava perdido nos meus favoritos e quando mais precisei dele tive que ficar procurando na internet.
http://www.grc.com/securable.htm
O link acima é onde você pode descobrir se o seu processador suporta 64bits ou virtulização.
Você visualiza 3 opções nesse aplicativo:

- Se ele é 64 bits
- Se suporta DEP (Data execution prevent)
- Se suporta Hardware virtualization
Lembrando que para utilizar o Hyper-V você precisa dos 3 elementos, você pode verificar os pré-requisitos de Hyper-V no link abaixo:
http://technet.microsoft.com/pt-br/library/cc731898(WS.10).aspx
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Tiago Souza
Tags: Hyper-V, virtualização
Uma dica legal do Blog do Artur
http://arturhigashiyama.spaces.live.com/Blog/cns!8F490822036C8F76!1588.entry
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Tiago Souza
Tags: Hyper-V, Storage, virtualização
Pessoal, estive em um evento de uma comunidade técnica Microsoft e assisti uma palestra do colega Flavio J Medeiros sobre Windows Server 2008 R2, ele postou no Blog dele o slide e um vídeo em que ele mostra uma demo da utilização do Live Migration no Hyper-V.
Vale a pena dar uma olhada, para ver o vídeo e o slide acesse o endereço abaixo:
http://fdminf.spaces.live.com/blog/cns!6917497C2EE8A7DF!567.entry?sa=286941128
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Tiago Souza
Tags: Eventos, Hyper-V, virtualização, windows2008r2
Virtualização de Servidores
Data: 20 de Outubro, 2009.
Autor: Marcelo Silva
Introdução
Gostaria de falar um pouco sobre um tema que está em alta há alguns anos e que a cada dia esquenta mais no Brasil: VIRTUALIZAÇÃO.
Uma vez que este assunto é relativamente novo em comparação a outras tecnologias, é comum que o termo seja confundido com outras tecnologias já há muito conhecidas. Para tanto, quero começar esclarecendo a diferença que há entre Virtualização, Emulação e Simulação.
Virtualização não é “emulação”, ou fazer uso de um software Emulador!
Um emulador faz com que um sistema funcione se comportando como se fosse outro. É como um software de 64 bits funcionando em um ambiente de 32 bits.
Um exemplo disso é quando nós temos um aplicativo de DOS/Windows95 e desejamos rodá-lo no Windows 7. O que fazemos então? Ativamos um recurso “emulador” no sistema operacional, conhecido como “Modo de Compatibilidade”, que faz com esse SO que é de 32/64 bits consiga rodar um programa de 16bits, por um processo de emulação, abrindo inclusive processos de separação de memória, por meio do bem conhecido NTVDM.exe.
Abaixo, a janela de ativação do Modo de Compatibilidade:

Figura 1: Propriedade do aplicativo, ativando o “Modo de compatibilidade”.
Virtualização não é “simulação”, ou fazer uso de um software Simulador!
A Simulação tenta ao máximo “imitar” o comportamento de um software ou hardware real. Em outras palavras, podemos dizer que simular, no contexto da Tecnologia da Informação, é representar comportamentos e reações de recurso físico ou um sistema abstrato.
Atualmente, softwares de simulação são utilizados como recursos de treinamento, teste de soluções e até mesmo para Games, como o caso dos simuladores de vôos ou jogos de “realidade virtual”.
Um bom exemplo de simulação são os softwares que simulam equipamentos da Cisco (RouteSim: http://www.routersim.com/; Boson: http://www.boson.com/AboutNetSim.html); NetworkSims: http://networksims.com/) , a fim de proverem recursos para estudantes e candidatos a certificações de Networking da Cisco Systems (Routing, Switching, Firewalls, sistemas de Voz Over IP etc).
O que é Virtualização?
De forma prática e direta, podemos dizer que virtualização é o processo de implementação de múltiplos sistemas operacionais, compartilhando quatro elementos básicos de hardware, a saber: Processadores, Memória, Placas de Rede (NICs) e Discos, por meio de um sistema conhecido como hypervisor.
O Hypervisor é um programa que atua na camada de virtualização, que em sincronia com o sistema operacional trabalha entre o hardware físico e os sistemas operacionais “guest” (Sistemas operacionais hospedados). Em alguns casos que veremos mais adiante, o Sistema Operacional e o programa hypervisor se fundem em uma só solução.

Figura 2: Arquitetura básica de virtualização de servidores.
Dentre os benefícios da virtualização de servidores, podemos destacar:
- Melhor utilização do hardware e consolidação de servidores;
- Migração “quente” (hot migration) de servidores entre diferentes tipos de hardware sem desligamento dos sistemas operacionais e aplicações que estão rodando;
- Redução do número de servidores físicos, com grande impacto positivo sobre a questão espacial, reduzindo a pressão sobre a estrutura física do prédio e reduzindo a demanda por sistemas de ar-condicionado e eletricidade;
- Facilidade de upgrade de hardware e upgrade/update de aplicações, sem afetar o funcionamento de outras aplicações;
- Implementação de múltiplos e diferentes sistemas operacionais (Windows Server 2003, Windows Server 2008, Linux etc) sobre um mesmo servidor físico;
- Gerenciamento fácil e prático sobre toda essa infra-estrutura e
- Economia financeira, na maioria dos casos.
(Confiram essa reportagem de 16 de Outubro de 2009, na qual mostra que anualmente se perdem 25 Bilhões de dólares com servidores não utilizados: http://www.eweek.com/c/a/Green-IT/Unused-Servers-Cost-Businesses-25B-Annually-Study-582507/)
Os componentes básicos de qualquer ambiente de virtualização são:
1. Máquinas Host / Hardware Host
Como requisito mínimo, são servidores multi-processados e/ou com múltiplos núcleos (Cores).
No caso do Hyper-V e do XenServer da Citrix, é exigido Hardware de 64Bits, enquanto o VMware ESX na versão 3.5, suporta hardware tanto 32bits como 64bits. Mas vale ressaltar que na versão ESX 4.0 (vSphere 4), hardware de 64bits é um requisito também.
Esses “hosts” então são utilizados para compartilhar seus recursos físicos como CPUs, memória, placas de rede (geralmente Gigabit Ethernet e FC – Fibra ótica), unidades de armazenamento, unidades de disco removíveis como Floppy /CD/DVD e dispositivos USB, e ainda seus barramentos.
Para melhor suporte dos sistemas operacionais hospedados, é recomendado/exigido processadores com tecnologias Intel VT (http://www.intel.com/technology/virtualization/) e/ou AMD-V (www.amd.com/virtualization).
2. Software de Virtualização
Inicialmente, os softwares de virtualização eram softwares instalados sobre um determinado sistema operacional, a fim de:
- Criar e manter as Máquinas Virtuais (VMs);
- Gerenciar os recursos de hardware para as VMs;
- Agendar o uso de recursos sempre que houver demanda para isso e
- Prover uma interface de gerenciamento e configuração para as Máquinas virtuais
Dentro dessa categoria temos o Microsoft Virtual PC, Microsoft Virtual Server R2, VMware Workstation e VMware Server.
Porém, existem os sistemas mais robustos de produção, que não requerem um sistema operacional de base para serem instalados. Esses são instalados diretamente no hardware (bare metal), e não requerem sistema operacional adicional. São eles: Microsoft Hyper-V R2, VMware ESX 3.5/4.0 e Citrix XenServer.
Um pouco sobre o VMware ESX[i]
Primeiramente, é interessante esclarecer que o VMware ESX não é Linux. Esse software é um hypervisor do tipo “bare metal”, mas que pelo fato de seu SC (Service Console) e sistema de boot ser uma modificação do Linux Red Hat 3, uma grande parte das pessoas tende a pensar no ESX como sendo um tipo (distribuição) de Linux.
O Serviço de Console do ESX é como uma Máquina Virtual especial, que usa uma pequena parte da memória e apenas um “Core” dos processadores. O SC não é o sistema operacional. O ESX foi desenvolvido pela equipe da VMware/EMC2 e por isso é um software comercial e que deve ser devidamente licenciado para uso.
VMware ESX é um sistema operacional, criado exclusivamente para suportar Virtual Machines, e dar a elas o melhor desempenho possível, além de dar total controle aos Administradores sobre as configurações do hardware compartilhado e em uso.
O kernel do ESX é chamado de “VMkernel”, que juntamente com o Service Console (SC), compõe os dois principais componentes desse sistema de virtualização de servidores.
Abaixo segue um diagrama que mostra graficamente o layout da arquitetura, de forma simplificada, do ESX.

Figura 3: Arquitetura de virtualização do VMWare ESX 3.5 (cortesia VMware website).
A suíte de produtos de virtualização da VMware (VI3), cujo VMware ESX é o carro chefe, é composta pela seguinte lista:
- VMware ESX Server
- VMware Virtual SMP
- VMware VMotion
- VMware DRS (Distributed Resource Scheduler)
- VMware HA (High Availability)
- VMware VCB (Consolidated Backup)
- VMware VirtualCenter (atualmente na versão 4.0)
- VMware Infrastructure Client
A versão mais recente do ESX é conhecida como “VMware vSphere 4.0”, e implementa uma série de novas funcionalidades, mas sua nova filosofia é “Cloud operating Systems”.
Sistemas operacionais em “nuvens” é uma nova categoria de software, projetado para gerenciar grandes infra-estruturas, num agrupamento de CPUs, memórias, armazenamento e redes, dentro de um ambiente operacional de alta disponibilidade, com facilidades para upgrades e migrações dinâmicas.

Figura 4: Aplicações em nuvens, utilizando virtualização do VMWare vShere 4 (cortesia VMware website).
Diferentemente dos tradicionais sistemas operacionais, onde o sistema operacional gerencia apenas uma máquina individual, o Cloud OS agrega toda a infra-estrutura de um datacenter para criar uma única e poderosa “unidade computacional”, com recursos que podem ser rapidamente e de forma automática, alocados para uma determinada aplicação.

Figura 5: Arquitetura de virtualização do VMWare vSphere 4 (cortesia VMware website)
Maiores detalhes podem ser acessados pelo site:
- http://www.vmware.com/products/vsphere e
- http://www.vmware.com/support/vsphere4/doc/vsp_40_new_feat.html
Um pouco sobre o Microsoft Hyper-V
O Hyper-V, anteriormente conhecido como “Viridian”, é o sistema de virtualização enterprise da Microsoft, e também o carro-chefe de seus produtos para virtualização. Tendo como base o Windows Server 2008, porém com versão somente para 64bits, o Hyper-V propõe um ambiente de escalabilidade, confiabilidade e alta disponibilidade para a plataforma de virtualização.
Recentemente a Microsoft lançou a nova versão do produto que é o Hyper-V R2, que pode continuar a ser parte do Windows 2008 Server, como uma Role adicional, ou mesmo como um servidor “Standalone”. Como requisito para funcionamento, é esperado que os servidores possuam processadores com tecnologia para virtualização, como os mencionados anteriormente nesse artigo, o Intel VT e o AMD-V.
Um destaque para o recurso de “Live Migration”, que foi demonstrado com muita propriedade e de forma simples pelo Fábio Hara e Luciano Palma, no Technet Edge website (http://edge.technet.com/Media/Live-Migration-Uma-Demo-partindo-do-Zero-Parte-1) , o qual permite a migração de uma Virtual Machine de um host para outro, através da rede IP local, sem interrupção do funcionamento do sistema operacional “guest”, e até mesmo sem a percepção do usuário que está acessando os recursos do sistema da Máquina Virtual.
A Microsoft também desenvolveu um produto para o gerenciamento do ambiente virtual, que é o SCVMM 2008 R2 (System Center Virtual Machine Manager), como membro da família System Center. Para obter maiores detalhes, basta acessar o site: http://www.microsoft.com/systemcenter/virtualmachinemanager/en/us/default.aspx

Figura 6: Arquitetura de virtualização do Microsoft Hyper-V (cortesia Microsoft Hyper-V website)
3. Máquinas Virtuais (VMs)
A Máquina Virtual, mas conhecida como VM, é o hardware virtual usada para suportar o sistema operacional virtualizado. Em outras palavras, é o conjunto de configurações de hardware apresentado para o Sistema Operacional “guest”, que será utilizado pelo SO hospedado.
É importante entender que a VM não é o Sistema Operacional em si, mas apenas a representação de seu hardware a ser utilizado perante o SO do Hypervisor.
Dentre essas configurações, se encontram a quantidade de CPUs virtuais que o SO “guest” utilizará, a quantidade de memória RAM, se esse SO utilizará uma ou mais NICs (Placas de Rede), se estará conectado por meio de VLAN, informações de armazenamento sobre discos locais (SCSI) ou via SAN/NAS (FC ou iSCSI), e informações como Floppy e CD/DVD drives.
Segue abaixo uma tabela de referência para alguns tipos de arquivos vinculados a uma VM:
|
|
VMware ESX |
Microsoft Hyper-V |
| Discos Virtuais | .vmdk | .vhd |
| Configuração das VMs | .vmx; .vmxf | .xml |
| Paginação de Memória | . vswp | .bin |
| Snap-shots | .vmsn; .vmsd | Snapshots\???\.avhd |
| Status atual da VM | -flat.vmdk | .vsv |
| Informações de BIOS | .nvram |
Figura 7: Equivalência de arquivos de Máquinas Virtuais entre as duas grandes plataformas de virtualização.
Obs.: O sistema de arquivo utilizado pela VMware para armazenagem de seus arquivos de VMs é o vmfs, e o sistema de arquivo utilizados pela Microsoft continua sendo o nosso bem conhecido NTFS.
4. Sistemas Operacionais hóspedes (Guest OS)
O “SO guest” é o Sistema Operacional de arquitetura x86 ou x64 bits, que rodará dentro de uma Virtual Machine (Windows NT, Windows Server 2003, Windows Server 2008, Windows 7, Linux, Novel, Solaris, “whatever”).
Esses SOs darão suporte aos diversos tipos de aplicações como SQL Server, Oracle, SAP, servidores web IIS e Apache, Exchange Servers, SCCM, OCS, configurações de Clustering e Balanceamento de Cargas e por aí vai.
Conclusão
Com este artigo, não pretendíamos esgotar o assunto, mas sim dar uma visão geral sobre virtualização e sobre os dois principais “players” do mercado, com seus respectivos principais produtos.
Não podemos confundir virtualização com Simulação ou Emulação, uma vez que as implementações são reais (apesar do nome ser “virtual”), e que essa tecnologia tem por finalidade um ambiente de produção, e não ambientes de testes e treinamento, muito embora possamos utilizá-lo para esse fim.
Vale lembrar que ambos os fabricantes possuem uma HCL e/ou SVVP (Lista de hardwares e de softwares compatíveis – homologados), as quais devem ser consideradas antes de qualquer implementação:
- VMware ESX: http://www.vmware.com/resources/communitysupport; http://www.vmware.com/resources/techresources/1032 ; http://www.vmware.com/resources/compatibility/search.php
- Microsoft Hyper-V: http://www.windowsservercatalog.com; http://www.windowsservercatalog.com/svvp.aspx ; http://support.microsoft.com/?kbid=957006;
Um forte abraço e até a próxima.
Marcelo Braga Silva é profissional de TI há 14 anos, atualmente trabalhando como consultor nos Estados Unidos, envolvido em projetos de virtualização de servidores com VMware ESX e servidores Windows Server 2003/2008 e Exchange Server 2003/2007. É certificado pela Microsoft como MCITP, MCSA, MCTS e MCT. Blog: http://WindowsServer-AD.blogspot.com |E-mail: celobra@gmail.com
[i] Pronuncia-se “Viemuer Iessex”
Para baixar o DOC com todo o conteúdo clique AQUI.
Para baixar o DOCX com todo o conteúdo clique AQUI.
Tags: Hyper-V, virtualização, Vmware
Uma lista bem útil dos updates de Hyper-V.
http://technet.microsoft.com/en-us/library/dd430893(WS.10).aspx
–
Tiago Souza
Tags: Hyper-V, virtualização
Segundo a INFO:
http://info.abril.com.br/noticias/carreira/profissional-de-virtualizacao-esta-em-alta-30092009-7.shl
Carreira
Profissional de virtualização está em alta
Quarta-feira, 30 de setembro de 2009 – 09h33
“SÃO PAULO – Profissionais da área de virtualização experimentam uma boa fase, segundo consultor Adriano Filadora, que traça cinco perfis importantes do cargo.
Ele acredita que, por ser um termo bastante abrangente, a virtualização pode ser desmembrada em subespecialidades no segmento de TI. Entre elas, as mais valorizadas são a experiência, arquitetura, armazenamento virtual, heterogeneidade e segurança.
“O mundo corporativo vem sentindo repercussões da crise econômica em intensidades diferentes. Isso impõe aos executivos de TI a missão de contratar profissionais especializados tanto em novas tecnologias, como em soluções capazes de reduzir gastos e assegurar ganhos em eficiência, segurança e produtividade”, afirma Filadora, que atua como sócio-diretor da Online Brasil.
Para o consultor, os profissionais da área ainda são raros, e por isso tem um valor tão importante no mercado de trabalho.
Confira as características citadas por Filadora:
Experiência
Profissionais com sólida experiência no desenvolvimento e na gestão de infraestruturas virtuais são ainda bastante raros no mercado. Mesmo assim, é importante avaliar a origem dos certificados. Os grandes players oferecem cursos em que o profissional tem de se sair bem tanto nos testes escritos como nos exames práticos antes de alcançar a certificação.
Arquitetura
O profissional que tem “olho clínico” será capaz de analisar o ambiente de TI e desenvolver uma arquitetura estável, eficiente e flexível. É necessário ter um profundo conhecimento das novas tecnologias disponíveis no mercado e ser bastante criterioso ao selecionar os recursos de virtualização, a fim de evitar gargalos e transtornos na hora de movimentar dados.
Armazenamento
Um bom especialista em virtualização, ciente de que o armazenamento de dados é parte integrante do uso da tecnologia, tem de planejar suas ações de modo a evitar o comprometimento das informações da empresa e até mesmo a perda de dados estratégicos e informações sigilosas de clientes. Através da consolidação das aplicações, banco de dados, informações, sistemas operacionais, rede e segurança, ainda assim temos de encarar os fatos e a possibilidade de enfrentar sérios problemas por falta de uma clara demarcação de obrigações, como havia antes no ambiente original, não virtualizado.
Heterogeneidade
Nomes como VMWare, Microsoft, Sun e Symantec, entre outras, não são exclusivas quando o assunto é virtualização. Ou seja, tanto melhor o especialista quanto maior sua capacidade de lidar com fornecedores diferentes e não ficar restrito a apenas uma marca.”
–
Tiago Souza
Tags: virtualização

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